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Estudos

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1.  Apresentação

O Saravá é parte de uma intersecção de vários grupos que discutem política e tecnologia de diferentes formas, sendo ele próprio um grupo de tecnopolítica por considerarmos que técnica, a cultura e a política não estão separadas, pois, por um lado, toda decisão técnica é política, e, por outro, é impossível pensar a política sem a técnica.

O Saravá é um grupo que estuda e realiza tecnopolítica. Tanto pela prática quanto pela teoria, produz alguns estudos sobre tecnologia, política e sociedade. É um costume mais ou menos irregular das pessoas que fazem parte do Coletivo Saravá de compartilhar suas discussões com outros grupos. Realizamos tais debates em vários locais, seja em listas de discussão, em salas de bate-papo ou mesmo em conversas informais.

Esta página é uma compilação dos estudos desenvolvidos.

2.  Projetos abrigados

Como parte de nossas atividades, mantemos uma infra-estrutura tecnológica atuando como hospedeira de inúmeros projetos que mantém relações simbióticas, modulantes, críticas e transformadoras com a tecnologia.

3.  Análise crítica

3.1  Digital é controle

Conceituar o controle social e midiático bem como seus limites de exercimento na era da digitalização são fundamentais para o entendimento de como o poder se instaura e se exerce numa época em que o paradigma dos estados-nação já não se aplica sem muitas e muitas ressalvas e aproximações.

Neste primeiro texto, conceituamos o digital como controle e afirmamos que qualquer iniciativa de digitalização tem seu primeiro pressuposto um aumento de controle. No entanto, o controle só existe em relação dialógica com sua contraparte, o descontrole. Como estudo de caso, escolhemos o atual movimento em direção à digitalização do espectro eletromagnético.

3.2  A cultura sob o ponto de vista da sociedade do controle e descontrole

Os debates sobre cultura tendem apenas a saudar todas as possibildades que as novas tecnologias trazem às pessoas: novos equipamentos de captura e manipulação de conteúdo audiovisual permitem não apenas à chamada "sociedade civil" novas formas de expressividade como também viabilizam novas formas de luta e resistência por parte de grupos e movimentos sociais. No entando, é importante situar a expressão cultural dos grupos e movimentos sociais dentro de uma sociedade de controles, descontroles e apropriações.

Se no texto anterior esboçamos como se dá o controle/descontrole nos objetos técnicos e nos sistemas sociais, mostramos aqui como dois modelos de administração cultural semelhantes operam: o primeiro deles aposta apenas no aumento de controle enquanto que o segundo, mais eficiente, se aproveita da relação controle/descontrole para capturar novidades. Introduzimos então a dinâmica da apropriação, tendo como estudo de caso as inovações produzidas pelos movimentos alterglobalização.

3.3  A apropriação energética e simbólica

No texto precedente introduzimos conceitos de captura ou apropriação de forma genérica, e agora é necessário um olhar mais atento a essas dinâmicas, tendo como estudo de casos o movimentos do software livre, do software aberto e o chamado "cultura livre", além de introduzirmos nas nossas análises o conceito de banco de dados e o conceito mais pesado de cooptação dos grupos ativistas.

Este texto analisa as novas formas relações de trabalho trazidas pela informática (como por exemplo o trabalho total), seus novos discursos e como a sociedade civil e os/as ativistas adotam essas novas relações sem terem consciência disso. Mostramos também como a apropriação, reflexo da expansão de fronteiras, é uma característica básica do capitalismo.

3.4  O tubo de ensaio da indústria cultural

Como desdobramento do texto anterior, introduzimos o conceito de tubo de ensaio como forma de entendimento dos novos bancos de dados de captura cultural que criam novos formatos para velhas hegemonias além de aumentar a capacidade da indústria cultural de determinar a notoriedade e a capacidade de sucesso de conteúdos culturais, tendo como base as economias da atenção e da recomentação. Como estudo de caso, escolhemos a plataforma YouTube.

3.5  O trabalho total e a captura do desejo

Levando mais a fundo a questão da mineração de dados, introduzimos os conceitos assintóticos de trabalho total e captura do desejo como consequências da atual mediação da vida por bancos de dados. Tratamos aqui da utilização maciça dos bancos de dados e de um uso extremo das novas técnicas de produção para o controle social, amplamente em uso pelos modos de produção pós-fordistas.

3.6  Em busca do inapropriável

Depois de uma série de estudos de caso, convém nos atermos à estrutura geral das lutas sociais e da própria evolução do capitalismo. Até agora lidamos basicamente com a constatação de que inúmeras atividades anteriormente relacionadas ao tempo livre das pessoas ou mesmo à suas tentativas de emancipação e mudança da estrutura social acabaram por serem apropriadas pela cadeia produtiva do sistema capitalista. Haveria nessa constante apropriação uma lacuna não capturável, o inapropriável?

3.7  Tecnopolítica: um contraponto ao primitivismo

Neste texto é estabelecido o conceito de tecnopolítica como proposta de entendimento e ação social frente ao tecnocratismo. Escolhemos fazer um contraponto tecnopolítico ao primitivismo por este último estar atualmente e perigosamente influenciando muitos grupos ativistas.

3.8  Crítica ao pensamento singularista

Crítica ao pensamento singularista.

4.  Devires e possibilidades

4.1  Da proposta de um sistema de comunicação global sem a presença de empresas nem controle estatal, livre

Esta é uma proposta que visa explicitar um sistema de comunicação global envolvendo redes ip e de telefonia, além de sistemas de transmissão de Rádio e TV, que seja independente de empresas e do Estado. Essa proposta inclui uma extensão do conceito do software livre e uma crítica ao movimento atual, relacionada a estagnação ideológica e prática que ele se encontra.

4.2  Práticas de Rádio e Digitalização do Rádio no Brasil 2010

Projeto de pesquisa sobre o cenário atual da digitalização do rádio no Brasil com o objetivo de defender práticas de livre comunicação e a criação de redes compatíveis de comunicação através da defesa da escolha de um padrão de comunicação aberto e mundial, o padrão DRM.

4.3  Carta Aberta das Rádio e TVs Livres pela escolha do DRM como padrão técnico para o SBRD

Esta é uma proposta escrita por membros do Saravá e da Rádio Muda para influenciar a escolha do padrão de Rádio Digital brasileiro.

4.4  Brasil pode sair na frente na adoção do padrão DRM de rádio

Uma explicação simples e didática sobre a proposta de implementação do Rádio DRM no Brasil.

4.5  As máquinas brechtianas e a banda larga brasileira

Contribuições na ocasião do I Fórum da Internet no Brasil. Por uma banda larga também para o upload (envio) de dados! Banda larga apenas para baixar e banda estreita para se expressar não democratiza a participação na internet!

5.  Apêndice

Este apêndice contém fichamentos, textos menores ou incompletos, auxiliares aos grandes temas contidos nos estudos anteriores.

5.1  Textos complementares

Textos menores ou incompletos.

5.2  Referências e fichamentos

Os links e referências gerais destes estudos podem ser encontrados aqui, assim como fichamentos e trechos de textos diversos.


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